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Sol Sertão Online
Colunista
Nota da Redação: Este artigo é um resumo curado. A reportagem original foi publicada por G1.
A morte do fisiculturista Gabriel Ganley, de 22 anos, reacendeu o debate sobre os limites saudáveis do esporte. O atestado de óbito apontou a cardiomiopatia hipertrófica como a causa do falecimento, condição caracterizada pelo espessamento do músculo cardíaco que pode ser genética ou adquirida, inclusive pelo uso de anabolizantes.
Especialistas alertam que, embora a modalidade possa ser praticada de forma saudável, o fisiculturismo de alto rendimento frequentemente envolve a utilização de esteroides anabolizantes e treinos excessivos. Esse cenário altera a produção hormonal do organismo e pode levar o corpo ao colapso, não sendo este um caso isolado no esporte.
Além do uso de hormônios, a prática de cortes drásticos de água e sal antes de competições para a definição muscular é apontada como um risco grave. Tais estratégias podem provocar arritmias, desmaios, problemas renais e até a morte súbita, devido ao desequilíbrio de sais minerais essenciais para o coração.
Para que a atividade seja sustentável a longo prazo, médicos enfatizam a necessidade de equilíbrio entre treino estruturado, alimentação calculada e descanso adequado. A recomendação central é evitar substâncias químicas e estratégias radicais com o objetivo de acelerar a evolução muscular.
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