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Início/Política
Moraes determina investigação contra Flávio Bolsonaro por calúnia contra Lula
Política
Alexandre de Moraes vota sobre núcleo da fake news na trama golpista. — Foto: Rosinei Coutinho/STF

Moraes determina investigação contra Flávio Bolsonaro por calúnia contra Lula

SS

Sol Sertão Online

Colunista

15 de abril de 2026
5 min de leitura

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou a abertura de um inquérito para investigar o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). A medida ocorre após a publicação de conteúdos que podem configurar crime de calúnia contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Acusações em redes sociais

A investigação baseia-se em uma postagem feita pelo senador na rede social X, no início de janeiro de 2026. No texto, Flávio Bolsonaro atribuiu ao presidente Lula a prática de crimes graves, como lavagem de dinheiro e tráfico de drogas, além de associar a imagem do mandatário brasileiro ao presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, afirmando que Lula "será delatado".

Posicionamento da PGR e PF

A decisão do ministro atende a um pedido da Polícia Federal e contou com o apoio da Procuradoria-Geral da República (PGR). Para os órgãos, a utilização do termo "será delatado" sugere a existência de uma colaboração premiada, imputando falsamente fatos criminosos ao chefe do Executivo em ambiente público.

A PGR destacou que a conduta apresenta indícios concretos de crime, classificando as acusações como "vexatórias". Já o ministro Moraes enquadrou a ação como calúnia, ressaltando que a pena pode ser ampliada por ter sido cometida contra o presidente da República e propagada em redes sociais, o que aumenta a visibilidade da ofensa.

Próximos passos

Moraes também decidiu pelo levantamento do sigilo dos autos, tornando o processo público por entender que não há elementos que justifiquem a publicidade restrita. A Polícia Federal agora dispõe de um prazo de 60 dias para concluir as diligências necessárias. Até o momento, a defesa do senador Flávio Bolsonaro não se manifestou sobre a decisão.


Referência: Informações adaptadas de G1.

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