Sol Sertão Online
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Nota da Redação: Este artigo é um resumo curado. A reportagem original foi publicada por G1.
A Copa do Mundo de 2026, sediada por Estados Unidos, México e Canadá, marca a primeira edição disputada em três países, com 48 seleções e 104 partidas. Enquanto o presidente da Fifa, Gianni Infantino, descreve o torneio como o mais inclusivo e unificador, a magnitude do evento traz à tona intensas polêmicas geopolíticas, financeiras e ambientais.
No campo diplomático, as tensões são evidentes, especialmente com a seleção do Irã, que teve sua base transferida para o México devido a conflitos militares com os Estados Unidos. Restrições de vistos para torcedores de diversos países, jornalistas e árbitros, além de denúncias de "sportswashing", colocam o evento sob a mira de organizações como a Anistia Internacional e a Human Rights Watch.
Financeiramente, projeta-se que seja a edição mais lucrativa da história, com receita estimada em US$ 9 bilhões. Contudo, a implementação de "tarifas dinâmicas" e os altos preços de ingressos e transportes geraram indignação entre torcedores e resultaram em investigações judiciais sobre a inflação artificial de preços em Nova York e Nova Jersey.
A sustentabilidade e a saúde também são pontos críticos, com previsões de que este seja o Mundial mais poluidor devido ao volume de viagens aéreas. Somam-se a isso os riscos de condições meteorológicas extremas em diversas sedes e a preocupação com o surto de Ebola na República Democrática do Congo, país participante da competição.
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