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Sol Sertão Online
Colunista
A farmacêutica Libbs comunicou à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) que o medicamento Emgality, utilizado no tratamento de enxaqueca e cefaleia em salvas, não será mais vendido em território brasileiro.
Em nota, a Libbs, responsável pela comercialização do produto em parceria com a Eli Lilly, informou que a retirada das apresentações de 100 mg/mL e 120 mg/mL do mercado ocorre devido a uma atualização do portfólio da companhia, sem detalhar razões específicas para a decisão.
O fármaco, que tem como princípio ativo o galcanezumabe, continuará disponível nas farmácias apenas até que os estoques já distribuídos sejam esgotados. A empresa assegura que o medicamento pode ser utilizado normalmente dentro do prazo de validade indicado na embalagem.
A recomendação central para os pacientes que dependem do tratamento é que procurem imediatamente o médico responsável para discutir a substituição por outras alternativas terapêuticas.
O Emgality pertence a uma classe moderna de medicamentos preventivos que atuam bloqueando a proteína CGRP, elemento fundamental nos mecanismos de dor da enxaqueca. Esta condição neurológica pode se manifestar com náuseas, vômitos e alta sensibilidade à luz e ao som.
Além da enxaqueca, o remédio era indicado para a cefaleia em salvas, descrita como uma das dores de cabeça mais intensas da medicina, caracterizada por episódios repetitivos ao longo de semanas ou meses.
Referência: Informações adaptadas de G1.
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