
Sol Sertão Online
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As autoridades das Maldivas retomaram, nesta terça-feira (19), as operações para recuperar os corpos de quatro mergulhadores italianos localizados em uma caverna no Atol de Vaavu. O plano das equipes de resgate prevê a remoção de dois corpos hoje e dos outros dois na quarta-feira (20).
Ao todo, cinco cidadãos italianos morreram durante uma expedição iniciada na última quinta-feira (14). O grupo integrava uma missão com outros 20 italianos a bordo do navio Duke of York. Entre as vítimas estão a professora de ecologia Monica Montefalcone, sua filha Giorgia Sommacal, o biólogo marinho Federico Gualtieri, a pesquisadora Muriel Oddenino e o instrutor de mergulho Gianluca Benedetti.
A complexidade da missão é evidenciada pelas condições geográficas da caverna, que possui cerca de 200 metros de extensão e atinge 70 metros de profundidade — distância equivalente a um prédio de 20 andares. O perigo da operação já resultou em mais uma fatalidade: o sargento Mohamed Mahudhee, mergulhador militar de 43 anos, morreu no último sábado (16) enquanto tentava recuperar as vítimas.
O governo das Maldivas classificou o ocorrido como o maior acidente de mergulho da história do país e mantém contato direto com as autoridades da Itália. O Atol de Vaavu, onde ocorreu o acidente, situa-se a 64 quilômetros da capital Malé e é reconhecido por possuir uma das maiores concentrações de recifes do arquipélago, apesar de ser a menor divisão administrativa em termos de população.
Referência: Informações adaptadas de CNN Brasil.
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