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Nota da Redação: Este artigo é um resumo curado. A reportagem original foi publicada por CNN Brasil. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva participou, nesta t...
Nota da Redação: Este artigo é um resumo curado. A reportagem original foi publicada por CNN Brasil.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva participou, nesta terça-feira (16), da cúpula do G7 em Évian-les-Bains, na França, onde criticou o neoliberalismo e o protecionismo. Em seu discurso, Lula apontou que o unilateralismo surge como uma resposta falaciosa a problemas complexos, em referência às tarifas comerciais impostas pelos Estados Unidos.
O líder brasileiro também defendeu a soberania dos Estados no combate ao crime transnacional e ao tráfico de drogas via cooperação institucional, como a Interpol. A fala foi interpretada como uma crítica à decisão unilateral do governo americano de classificar as facções PCC e Comando Vermelho como entidades terroristas, medida com a qual o governo brasileiro não concorda.
Na agenda diplomática, Lula reuniu-se com a primeira-ministra do Japão, Sanae Takaichi, para tratar de um acordo de livre comércio entre o Japão e o Mercosul. A expectativa é que o início dessas negociações seja anunciado oficialmente no dia 30 de junho, durante a cúpula do Mercosul no Paraguai.
A cúpula do G7 contou ainda com a participação de Volodymyr Zelensky, que pediu maior pressão sobre a Rússia, e negociações entre os EUA e líderes do Oriente Médio sobre o Irã. Lula deve retomar as atividades nesta quarta-feira (17), com participações focadas em inteligência artificial e desigualdades econômicas.