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Sol Sertão Online
Colunista
Durante a 1ª Reunião de Mobilização Progressista Global, realizada em Barcelona, na Espanha, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendeu a liberdade de expressão de posicionamentos políticos, desde que sejam respeitadas as normas do jogo democrático.
Lula exaltou a coragem do primeiro-ministro da Espanha, Pedro Sánchez, por ter negado a autorização para que aviões de guerra dos Estados Unidos utilizassem bases espanholas para atacar o Irã. A decisão ocorreu mesmo sob forte pressão do governo de Donald Trump, que chegou a ameaçar cortes em relações comerciais com o país europeu para forçar a colaboração militar.
Em um discurso enfático, o presidente brasileiro criticou setores da ala progressista que, segundo ele, acabaram se transformando em parte do "sistema". Lula alertou que governos de esquerda não podem adotar discursos de ódio ou implementar políticas de austeridade — focadas em cortes de gastos públicos para equilíbrio fiscal — que contrariem as promessas feitas ao povo.
Para o presidente, a falta de coerência entre o discurso e a prática permitiu que a extrema-direita capitalizasse a frustração gerada pelas falhas do neoliberalismo, utilizando a desinformação para conquistar espaço.
Lula também apontou os riscos que a extrema-direita representa para a estabilidade democrática, mencionando o cenário brasileiro e a prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro. Na ocasião, ele criticou a meritocracia e a influência de bilionários como fatores que alimentam a instabilidade social.
A agenda do presidente na Europa, que inclui a crítica a guerras e invasões promovidas por líderes mundiais, segue com visitas programadas à Alemanha e a Portugal.
Referência: Informações adaptadas de G1.
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