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Nota da Redação: Este artigo é um resumo curado. A reportagem original foi publicada por G1. A juíza Virginia DeMarchi, de San Jose, na Califórnia, rejeitou a ...
Nota da Redação: Este artigo é um resumo curado. A reportagem original foi publicada por G1.
A juíza Virginia DeMarchi, de San Jose, na Califórnia, rejeitou a ação movida pela startup britânica Ollywan contra a Meta. A empresa alegava que a gigante de tecnologia teria copiado seu plano de negócios para o lançamento do Instagram Shopping, em 2016, violando a legislação antitruste dos Estados Unidos.
De acordo com a decisão judicial, as acusações foram apresentadas fora do prazo legal de quatro anos e não demonstraram de forma plausível que houve danos à concorrência. A Ollywan havia lançado o aplicativo Winstag, que também permitia a marcação de produtos e compras via links de afiliados.
A Meta negou as irregularidades e afirmou que a startup tentava utilizar a lei para justificar o fracasso de seu próprio aplicativo. A juíza também decidiu que as leis antitruste não impedem a Meta de defender seus direitos de marca registrada em relação ao nome “Winstag”.
Apesar da rejeição, a Justiça permitiu que a Ollywan apresente uma nova petição inicial seguindo restrições específicas. Atualmente, a Meta enfrenta outras disputas antitruste, embora tenha vencido anteriormente uma ação movida pela Comissão Federal de Comércio (FTC) dos EUA.
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