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Justiça dos EUA barra tentativa da Meta de anular processo sobre vício de jovens no Instagram
Tecnologia
Foto unsplash

Justiça dos EUA barra tentativa da Meta de anular processo sobre vício de jovens no Instagram

SS

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Colunista

26 de maio de 2026
5 min de leitura

Nota da Redação: Este artigo é um resumo curado. A reportagem original foi publicada por G1.


A Suprema Corte dos Estados Unidos rejeitou o pedido da Meta Platforms para barrar um processo movido pelo procurador-geral de Vermont. A ação judicial acusa a empresa de projetar o Instagram para ser viciante para jovens, com o objetivo de explorar o desenvolvimento cerebral de adolescentes para estimular o uso compulsivo e aumentar a venda de publicidade.

Os juízes descartaram os argumentos da Meta sobre a falta de jurisdição dos tribunais de Vermont e a suposta violação do devido processo legal. A procuradora-geral Charity Clark afirma que a plataforma estudou vulnerabilidades neurológicas e psicológicas de menores, o que teria resultado em danos à saúde mental dos usuários.

O caso faz parte de um esforço coordenado que envolve 42 procuradores-gerais estaduais, além de ações movidas por municípios e distritos escolares. O movimento reflete uma reação global contra os impactos das redes sociais na segurança e no bem-estar de crianças e adolescentes.

Enquanto a Meta e seu CEO, Mark Zuckerberg, negam que o Instagram tenha crianças como alvo, a companhia enfrenta derrotas judiciais recentes. Entre elas, a condenação ao pagamento de US$ 375 milhões no Novo México e US$ 6 milhões em Los Angeles por negligência no design de suas plataformas.

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