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Justiça da Coreia do Sul condena ex-presidente Yoon Suk Yeol a sete anos por obstrução
Mundo
PresidentAfastado da Coreia do Sul, Yoon Suk Yeol, dá depoimento em primeira audiência de julgamento por lei marcial em 20 de fevereiro de 2025. — Foto: ONG KYUNG-SEOK/Pool via REUTERS

Justiça da Coreia do Sul condena ex-presidente Yoon Suk Yeol a sete anos por obstrução

SS

Sol Sertão Online

Colunista

29 de abril de 2026
5 min de leitura

O ex-presidente da Coreia do Sul, Yoon Suk Yeol, foi condenado nesta quarta-feira (29) a sete anos de prisão por obstrução de Justiça. A decisão foi proferida pelo Tribunal Superior de Seul em uma audiência televisionada.

Obstrução e Lei Marcial

A condenação fundamenta-se no fato de o ex-líder ter obstruído investigadores que tentavam executar um mandado de prisão após a breve e controversa declaração de lei marcial em dezembro de 2024. Este é o primeiro veredito de uma divisão judicial especial criada para processar os crimes relacionados à tentativa de imposição do regime militar.

Histórico de Sentenças e Prisão

Yoon Suk Yeol, que já está detido desde julho de 2025, acumula condenações graves. Em fevereiro deste ano, ele foi sentenciado à prisão perpétua por golpe de Estado, após a Justiça considerá-lo culpado por liderar uma insurreição que mergulhou o país em profunda crise política. Além disso, em janeiro, ele já havia sido condenado a cinco anos de prisão por outros crimes de obstrução da justiça.

A promotoria, em sua argumentação, chegou a solicitar a pena de morte, alegando que o ex-presidente não demonstrou remorso por ameaçar a democracia e a ordem constitucional. No entanto, a execução de tal pena seria improvável, visto que a Coreia do Sul mantém uma moratória não oficial sobre execuções desde 1997.

Argumentos da Defesa

A defesa de Yoon sustenta que a declaração da lei marcial foi um exercício legal de sua autoridade presidencial, necessário para proteger a nação e romper o impasse político com o Legislativo, o qual ele acusa de ter imposto uma "ditadura inconstitucional".

Os advogados do ex-presidente criticaram a decisão, afirmando que ela segue um "roteiro pré-escrito" e carece de evidências sólidas, confirmando que pretendem recorrer da sentença.


Referência: Informações adaptadas de G1.

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