
Sol Sertão Online
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Nota da Redação: Este artigo é um resumo curado. A reportagem original foi publicada por CNN Brasil.
Irã e Estados Unidos alcançaram certo grau de entendimento em diversas questões, embora o governo iraniano afirme que um acordo final não é iminente. O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores do Irã, Esmaeil Baghaei, destacou a falta de garantias quanto ao cumprimento dos compromissos americanos e criticou a instabilidade nas posições da gestão Trump.
O ponto central das discussões envolve a reabertura do Estreito de Ormuz. Enquanto os EUA propõem a abertura da via em troca do levantamento de um bloqueio naval, o Irã nega a cobrança de "pedágios", classificando os valores como taxas por serviços de navegação e proteção ambiental. Sobre a questão nuclear, Teerã exige o fim formal da guerra em todas as frentes, incluindo o Líbano, antes de avançar nas negociações.
O secretário de Estado americano, Marco Rubio, minimizou a expectativa de um avanço imediato, afirmando que a diplomacia terá todas as chances antes de a Casa Branca explorar "alternativas". A postura coincide com a instrução do presidente Donald Trump para que seus representantes não se precipitem na assinatura de qualquer acordo.
Apesar das divergências, funcionários do governo Trump indicam que o Irã teria concordado, em princípio, a abrir o Estreito e a se desfazer de seu urânio altamente enriquecido. Fontes iranianas sugerem que a diluição do material sob supervisão da ONU seja uma fórmula viável, dentro de um prazo proposto de 60 dias para a formalização de um acordo final.
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