
Sol Sertão Online
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Nota da Redação: Este artigo é um resumo curado. A reportagem original foi publicada por CNN Brasil.
Os Estados Unidos e o Irã vivem um momento de forte tensão diplomática, oscilando entre ameaças de intervenção militar e a busca por um acordo de paz. Enquanto o presidente Donald Trump sinalizou a possibilidade de ações militares caso não haja um desfecho favorável, o porta-voz do Parlamento iraniano, Ebrahim Rezaei, classificou as investidas americanas como "blefes".
Apesar dos embates, mediadores do Catar e do Paquistão têm facilitado conversas em Teerã. O secretário de Estado americano, Marco Rubio, afirmou que os esforços diplomáticos continuam nos bastidores, com foco prioritário em garantir que o Irã não desenvolva armas nucleares.
O Ministério das Relações Exteriores do Irã informou que houve avanços em algumas questões, mas destacou que um acordo final não é iminente. Teerã condiciona a discussão sobre seu programa nuclear ao fim formal da guerra em todas as frentes, incluindo o conflito no Líbano, além de questionar a confiabilidade dos compromissos dos EUA.
De acordo com fontes do governo Trump, existe a possibilidade de um cronograma de 60 dias para a finalização de um pacto. O esboço prevê que o Irã abra o Estreito de Ormuz e se desfaça de urânio altamente enriquecido em troca do levantamento do bloqueio naval americano.
Permanecem como pontos críticos a liberação de receitas petrolíferas iranianas congeladas em bancos estrangeiros, o levantamento de sanções econômicas e a supervisão da agência nuclear da ONU sobre os materiais radioativos do país.
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