
Nailda Pereira Bastos
Colunista
De acordo com o delegado Alex Nunes, o foco atual da Polícia Civil reside no exame minucioso do material coletado. A conclusão do caso depende diretamente de uma perícia técnica detalhada que irá confrontar os documentos da clínica com a realidade dos procedimentos realizados.
“A gente precisa, ainda, analisar toda a documentação, principalmente os laudos periciais que vão indicar se houve irregularidades no local”, explicou o delegado em entrevista à imprensa local.
Um dos pontos sensíveis abordados pelo coordenador da 14ª Coorpin é a expectativa por justiça e agilidade por parte dos familiares das vítimas. O delegado reconheceu o sofrimento de quem busca respostas, mas reiterou que o rigor da lei exige um tempo processual que não pode ser ignorado.
Complexidade: Trata-se de um procedimento longo e detalhado.
Prazos: Alex Nunes foi enfático ao dizer que "não teremos respostas da noite para o dia", devido à natureza técnica das provas.
O delegado Alex Nunes ressaltou que a condução das investigações é pautada pelo equilíbrio. O caso envolve questões delicadas: de um lado, o bem maior que é a vida e a saúde das vítimas; do outro, a reputação de uma empresa com histórico consolidado no município.
“Estamos falando de vítimas, de vidas e de uma empresa consolidada na cidade. É preciso ter muita responsabilidade em cada ato”, concluiu Alex Nunes Rocha.
A Polícia Civil continuará o trabalho de oitivas e análises laboratoriais para determinar se houve imperícia, negligência ou outras infrações penais no atendimento aos pacientes.
Créditos: Informações baseadas na reportagem da página Irecê Repórter no Instagram (@irecereporter).
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