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Nota da Redação: Este artigo é um resumo curado. A reportagem original foi publicada por G1. Da Experiência Familiar à Inovação em SaúdeA criação da Florence, ...
Nota da Redação: Este artigo é um resumo curado. A reportagem original foi publicada por G1.
A criação da Florence, o primeiro hospital de transição do Norte e Nordeste, nasceu de uma vivência pessoal do cardiologista Lucas Andrade após o falecimento de sua avó. Diante do dilema entre a segurança hospitalar e o acolhimento domiciliar, o médico e seus sócios idealizaram um modelo que unisse rigor clínico e humanização, materializado em Salvador em 2017.
Foco em Reabilitação e Cuidados Paliativos
O hospital é voltado para pacientes que superaram a instabilidade clínica de casos como AVCs, cirurgias de grande porte ou traumas, mas que ainda não podem retornar para casa. A instituição atua em duas frentes principais: a reabilitação intensiva — com foco na recuperação funcional e autonomia — e os cuidados paliativos, que priorizam o controle de sintomas e a qualidade de vida.
Descentralização e Reconhecimento Nacional
Em um setor onde cerca de 90% dos leitos de transição do país estão concentrados no Sudeste, a Florence expandiu sua atuação para fora desse eixo tradicional, abrindo posteriormente uma unidade em Recife. A instituição acumulou marcos importantes, como a certificação internacional da Joint Commission International (JCI) na unidade de Salvador e a marca de mais de 5 mil pacientes atendidos em mais de nove anos de operação.