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Nota da Redação: Este artigo é um resumo curado. A reportagem original foi publicada por CNN Brasil. Empresários de setores afetados pelo aumento de tarifas im...
Nota da Redação: Este artigo é um resumo curado. A reportagem original foi publicada por CNN Brasil.
Empresários de setores afetados pelo aumento de tarifas impostas pelos Estados Unidos manifestaram oposição ao uso da Lei de Reciprocidade pelo governo federal. Em reuniões com o vice-presidente Geraldo Alckmin e o ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, executivos alertaram que a retaliação poderia escalar tensões diplomáticas e gerar novas sanções econômicas ao Brasil.
Representantes da Abimaq e da Abiplast defenderam a via da negociação em detrimento de medidas punitivas. Segundo os líderes setoriais, a reciprocidade não traria resultados práticos para a resolução do problema, que possui motivações políticas, e poderia causar impactos negativos à reputação do país.
O vice-presidente Geraldo Alckmin afirmou que o objetivo do governo não é a retaliação, mas sim demonstrar que o Brasil possui instrumentos de resposta. A gestão federal informou que mantém o diálogo com os EUA e trabalha na abertura de novos mercados para mitigar os prejuízos dos produtos afetados.
Paralelamente, o governo formula o Plano Brasil Soberano 3.0 para auxiliar as empresas. O setor produtivo solicitou medidas urgentes, como a disponibilização de crédito para capital de giro e investimentos, parcelamento de impostos e a aplicação do mecanismo Reintegra para ressarcimento de tributos residuais.