%2Fhttps%3A%2F%2Fi.s3.glbimg.com%2Fv1%2FAUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a%2Finternal_photos%2Fbs%2F2025%2FB%2Fh%2FYGBABxT9iPE7MASe9dvw%2Ffotojet-2025-11-24t091307.336.jpg&w=3840&q=75)
Sol Sertão Online
Colunista
A articulação política para a nomeação de Jorge Messias ao Supremo Tribunal Federal (STF) atingiu um ponto crítico no Senado. O presidente da Casa, Davi Alcolumbre (União-AP), tem adotado uma postura de cautela, evitando reuniões com o indicado para preservar sua neutralidade. Nos bastidores, avalia-se que qualquer encontro neste momento poderia ser interpretado como um apoio explícito à escolha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
O governo enfrenta agora um cenário mais apertado do que o previsto inicialmente. A projeção de apoio, que antes girava em torno de 46 votos, caiu para aproximadamente 44 parlamentares. O fator determinante reside em um grupo de 12 a 15 senadores indecisos que são próximos a Alcolumbre e aguardam uma orientação direta do presidente do Senado para definirem seu posicionamento.
Diante da insegurança política, o ministro das Relações Institucionais, José Guimarães (PT-CE), assumiu a linha de frente para tentar recuperar a base de apoio. A estratégia do governo envolve a liberação de recursos, tendo empenhado R$ 12 bilhões em emendas parlamentares apenas no mês de abril, em um esforço para atrair votos antes da sabatina de Messias.
Apesar dos recursos mobilizados, parlamentares indicam que a concretização de acordos depende do aval de Alcolumbre, que é visto como o principal fiador político capaz de garantir que os compromissos assumidos pelo Executivo sejam efetivamente cumpridos.
Referência: Informações adaptadas de G1.
Carregando autenticação...
Carregando comentários...