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Imposto de Renda 2026: Saiba como declarar previdência privada e evitar a malha fina
Economia
Foto: Reprodução/TV Globo

Imposto de Renda 2026: Saiba como declarar previdência privada e evitar a malha fina

SS

Sol Sertão Online

Colunista

6 de maio de 2026
5 min de leitura

PGBL vs. VGBL: Qual a diferença na declaração?

Para quem possui previdência privada, a atenção deve ser redobrada na declaração do Imposto de Renda 2026, pois a lógica de tributação varia conforme o tipo de plano contratado. O Plano Gerador de Benefício Livre (PGBL) é a opção mais vantajosa para quem utiliza a declaração completa, pois permite deduzir as contribuições anuais até o limite de 12% da renda tributável.

Por outro lado, o Vida Gerador de Benefício Livre (VGBL) não oferece a possibilidade de dedução no IR, sendo mais indicado para contribuintes que utilizam o modelo de declaração simplificado ou que já atingiram o teto de dedução do PGBL.

Regimes de Tributação e Novas Regras

Outro ponto decisivo é a escolha entre a tabela progressiva e a regressiva. Na tabela regressiva, a alíquota de imposto diminui conforme o tempo de permanência do recurso, iniciando em 35% e podendo chegar a 10% após dez anos. Já a tabela progressiva segue as faixas tradicionais de renda do Imposto de Renda, com ajuste anual.

Uma mudança significativa foi introduzida pela Lei 14.803/2024, que trouxe maior flexibilidade ao contribuinte. Agora, a definição entre o regime progressivo ou regressivo não precisa ser feita obrigatoriamente no momento da contratação, podendo ser escolhida até a data do primeiro resgate ou do início do recebimento do benefício.

Alerta contra a malha fina

A Receita Federal tem intensificado o cruzamento de dados, o que torna erros de preenchimento um risco real de malha fina. Entre as falhas mais comuns estão a confusão entre as modalidades PGBL e VGBL, a tentativa de deduzir valores sem amparo legal e a extrapolação do limite de 12% da renda tributável.

Para garantir a regularidade da declaração, é fundamental que o contribuinte revise rigorosamente as categorias de seus planos e os limites de dedução permitidos pela legislação vigente.


Referência: Informações adaptadas de G1.

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