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Sol Sertão Online
Colunista
As negociações para o fim do conflito entre os Estados Unidos e o Irã no Oriente Médio entraram em um novo e crítico impasse. Após a contraproposta de Teerã ser classificada como "inaceitável" pelo presidente Donald Trump, a Casa Branca cogita a retomada de ofensivas militares em território iraniano.
Diante da falta de consenso, Trump convocou uma reunião de emergência com a alta cúpula do governo, incluindo o vice-presidente JD Vance, o secretário de Estado Marco Rubio e o chefe das Forças Armadas, general Dan Caine. O objetivo é definir os próximos passos da estratégia de guerra, já que o cessar-fogo vigente desde 8 de abril é considerado pelo presidente como estando "por um fio".
O governo do Irã defende que sua proposta é "legítima e generosa". Teerã exige o levantamento de bloqueios econômicos, a liberação de ativos congelados em bancos estrangeiros e a soberania total sobre o Estreito de Ormuz, canal vital para o comércio mundial de petróleo.
Por outro lado, Washington mantém exigências rigorosas. Os Estados Unidos demandam a suspensão do programa de enriquecimento de urânio por um período de 20 anos e a desativação de principais usinas nucleares. Além disso, os EUA exigem a cessação do financiamento a grupos como Hamas e Hezbollah, bem como a supervisão internacional do Estreito de Ormuz para garantir que a via não seja fechada novamente.
A instabilidade diplomática e a ameaça de novos bombardeios já refletiram no mercado financeiro, provocando uma nova alta nos preços do petróleo nesta segunda-feira.
Referência: Informações adaptadas de G1.
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