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Nota da Redação: Este artigo é um resumo curado. A reportagem original foi publicada por CNN Brasil.
O enviado especial de Donald Trump, Jared Kushner, encerrou rodadas de conversas com autoridades de Israel e do Hamas sem conseguir destravar o plano de cessar-fogo para a Faixa de Gaza. O impasse persiste após reuniões com o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu, em Jerusalém, e com o líder do Hamas, Khalil Al-Hayya, no Egito.
A divergência central reside na ordem das ações: Israel exige o desarmamento completo do Hamas, incluindo a eliminação de túneis e armamentos, como condição prévia para a retirada de suas forças. Em contrapartida, o grupo palestino condiciona a entrega de armas à interrupção dos ataques e à retirada total das tropas israelenses do território.
Kushner sugeriu que o Hamas realize a entrega voluntária de suas armas em um prazo de 60 a 90 dias para viabilizar avanços no processo de paz. O enviado americano alertou que, caso o compromisso não seja cumprido, os Estados Unidos apoiarão novas ações militares de Israel para concluir a operação.
Apesar do bloqueio do plano de 15 pontos, Kushner, Netanyahu e autoridades americanas acordaram a criação de grupos de trabalho para tratar de desarmamento e questões de saúde pública, saneamento e água potável. Netanyahu reiterou que a reconstrução de Gaza também está condicionada ao desarmamento total do grupo.
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