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Sol Sertão Online
Colunista
O Conselho Nacional de Educação (CNE) se prepara para votar, nesta segunda-feira (13), a primeira regulamentação oficial para a aplicação da inteligência artificial (IA) no sistema de ensino brasileiro. As normas propostas, que foram recentemente ajustadas após a inclusão de sugestões do Ministério da Educação (MEC), visam estabelecer um "filtro ético-pedagógico" para a utilização da tecnologia em instituições de ensino, desde a educação básica até o nível superior.
Segundo Celso Niskier, um dos relatores da proposta, o texto passou por um processo de "enxugamento" para priorizar as diretrizes centrais. Questões mais específicas, como a inclusão do ensino sobre IA em cursos de formação de professores, serão abordadas em outros fóruns de discussão.
Com base na síntese elaborada por Niskier e pelo relator Israel Batista, os pilares da nova regulamentação enfatizam que a inteligência artificial deve atuar como uma ferramenta de apoio, e não como o elemento central do processo de aprendizado. A tecnologia é vista como "auxiliar" no desenvolvimento educacional.
Após a votação prevista para esta segunda-feira, o relatório do CNE ainda será submetido a uma consulta pública. Em seguida, o Conselho o votará em plenário, antes de encaminhar o documento para a homologação final do ministro da Educação.
O documento "Inteligência Artificial da Educação Básica", divulgado pelo MEC em março deste ano, oferece um detalhamento maior sobre o aprendizado em duas frentes: "sobre IA" (conhecimento técnico) e "com IA" (uso da ferramenta como suporte). Este documento foca em sugestões para as redes de ensino e não menciona universidades.
Em contrapartida, as normas do CNE configuram-se como um marco regulatório mais abrangente, estabelecendo diretrizes para todos os níveis de ensino. Elas buscam definir responsabilidades institucionais claras e objetivos estratégicos tanto para escolas quanto para universidades.
Referência: Informações adaptadas de G1.
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