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Nota da Redação: Este artigo é um resumo curado. A reportagem original foi publicada por G1.
A Huawei anunciou a meta de projetar chips de ponta com densidade de transistores equivalente a processos de 1,4 nanômetro até 2031. A estratégia visa contornar as sanções impostas pelos Estados Unidos desde 2019, que restringem o acesso da empresa chinesa a equipamentos avançados de litografia e tecnologias-chave de semicondutores.
O avanço baseia-se na "Lei de Escalonamento Tau", um princípio focado na redução do tempo de movimentação de sinais e dados nos sistemas computacionais. Como parte dessa evolução, a empresa planeja lançar, no segundo semestre de 2026, chips Kirin utilizando a arquitetura LogicFolding, visando a melhoria do desempenho através da redução de conexões internas.
A companhia informou que, nos últimos seis anos, já produziu em massa 381 chips fundamentados na Lei de Escalonamento Tau, aplicados especialmente em smartphones e computação de inteligência artificial.
No campo financeiro, a Huawei registrou receita de US$ 127,5 bilhões em 2025, representando um crescimento de 2,2%, com lucro líquido de US$ 9,8 bilhões (alta de 8,6%). Embora os números sejam expressivos, a empresa apresentou uma desaceleração no ritmo de crescimento em comparação aos 22,4% registrados em 2024.
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