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Nota da Redação: Este artigo é um resumo curado. A reportagem original foi publicada por G1. Hobbies como ferramenta de saúde mentalMulheres estão ressignifica...
Nota da Redação: Este artigo é um resumo curado. A reportagem original foi publicada por G1.
Mulheres estão ressignificando passatempos como crochê, corrida e leitura, transformando-os em ferramentas de saúde mental para enfrentar rotinas exaustivas e a hiperconectividade. Segundo a psicóloga Aline Simões, a prática de hobbies ativos difere do lazer passivo das redes sociais por estimular habilidades práticas e proporcionar um descanso emocional mais profundo.
A especialista destaca que essas atividades ajudam a reduzir o estresse e a ansiedade, além de fortalecer a autoconfiança. Ao focar em uma única tarefa, a mente desconecta-se das telas, combatendo a sensação de culpa por momentos "não produtivos" e promovendo o equilíbrio psicológico.
Em Salvador, iniciativas como o Laço Club, fundado pelas psicólogas Luiza Santiago e Isabella Gregorutti, aplicam a "Teoria do Terceiro Lugar" para criar redes de apoio. A comunidade oferece desde aulas de boxe e pilates até oficinas de cerâmica, promovendo o pertencimento e a conexão social entre mulheres de diversas faixas etárias.
Outro refúgio é o clube Leia Mulheres, que há dez anos promove encontros gratuitos no Museu de Arte da Bahia (MAB). O projeto incentiva a leitura de escritoras diversas e funciona como uma rede de apoio, transformando o hábito literário em um espaço de compartilhamento de histórias e fortalecimento mútuo.
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