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Nota da Redação: Este artigo é um resumo curado. A reportagem original foi publicada por CNN Brasil. Impasse diplomático e continuidade de ataquesO Hezbollah r...
Nota da Redação: Este artigo é um resumo curado. A reportagem original foi publicada por CNN Brasil.
O Hezbollah rejeitou formalmente o plano de cessar-fogo mediado pelos Estados Unidos e acordado entre os governos do Líbano e de Israel. O líder do grupo, Naim Qassem, classificou a proposta como "vergonhosa", recusando a condição de suspender ataques e retirar combatentes das áreas próximas à fronteira no sul do Líbano.
Em resposta, o ministro da Defesa israelense, Israel Katz, afirmou que o país manterá suas operações terrestres e ataques aéreos para desmantelar a infraestrutura do grupo. Katz destacou que Israel possui "liberdade de ação", com apoio norte-americano, para realizar ataques a Beirute em resposta a agressões contra comunidades israelenses.
A liderança do Hezbollah exige, como requisito mínimo, a retirada total das forças israelenses para as posições ocupadas antes do início da guerra. Qassem declarou que a resistência continuará enquanto houver ocupação e que a segurança das cidades no norte de Israel depende da cessação dos bombardeios às aldeias libanesas.
Apesar de o presidente libanês, Joseph Aoun, ter descrito a proposta de Washington como uma "última oportunidade" para a paz, a violência persiste. Ataques aéreos recentes na cidade de Sohmor resultaram na morte de cinco pessoas, enquanto a Agência Nacional de Notícias do Líbano confirmou a presença de um drone sobre Beirute.