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Início/Saúde
Hantavírus no Brasil: Ministro nega vínculo com cepa andina de surto em cruzeiro
Saúde
Ministro Alexandre Padilha • Reprodução/CNN

Hantavírus no Brasil: Ministro nega vínculo com cepa andina de surto em cruzeiro

SS

Sol Sertão Online

Colunista

11 de maio de 2026
5 min de leitura

Situação epidemiológica

O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, detalhou nesta segunda-feira (11), durante evento em Brasília (DF), o cenário dos casos confirmados de hantavírus no Brasil. O ministro enfatizou que a doença já é conhecida pelas autoridades sanitárias e difere de situações como a da Covid-19, por não se tratar de um vírus novo.

Atualmente, o país registra sete casos de hantavirose. Padilha ressaltou que esse número está dentro da normalidade, visto que o Brasil costuma registrar entre 38 e 45 casos anualmente.

Diferenciação de cepas

Um dos pontos centrais da fala do ministro foi a desvinculação entre os casos nacionais e o surto ocorrido em um cruzeiro. Segundo Padilha, a cepa andina, identificada no navio, é exclusiva da região andina e nunca circulou em território brasileiro. Portanto, os sete casos registrados no Brasil não possuem relação com aquele surto específico.

O ministro relembrou que a transmissão da doença ocorre por meio da aspiração de fezes de roedores, reforçando as medidas de prevenção já conhecidas por especialistas.

Monitoramento e segurança

Padilha assegurou que o Brasil dispõe de toda a estrutura necessária para realizar a identificação e a genotipagem do vírus. Além disso, informou que a Organização Mundial da Saúde (OMS) não classifica o surto ocorrido no cruzeiro como um risco de pandemia.


Referência: Informações adaptadas de CNN Brasil.

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