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Nota da Redação: Este artigo é um resumo curado. A reportagem original foi publicada por G1. Estratégia e EconomiaO ex-ministro da Fazenda Fernando Haddad (PT-...
Nota da Redação: Este artigo é um resumo curado. A reportagem original foi publicada por G1.
O ex-ministro da Fazenda Fernando Haddad (PT-SP), em campanha para o governo de São Paulo, reafirmou sua posição favorável à taxação de compras internacionais de até US$ 50. Haddad defende a medida sob o argumento de isonomia tributária, afirmando que lojas virtuais não podem pagar menos impostos do que o comércio físico.
O governador Tarcísio de Freitas é o alvo principal das críticas de Haddad, que apontou irregularidades na privatização da Sabesp e na venda da Emae. O petista também relacionou a gestão estadual a supostas fraudes envolvendo o Banco Master, classificando o caso como a maior fraude bancária da história.
Na área de segurança pública, Haddad propõe priorizar a cooperação com órgãos federais de inteligência, como a Polícia Federal e o Coaf. Ele criticou a postura de Tarcísio em boicotar a PEC de Segurança Pública proposta pelo presidente Lula, defendendo que a integração de dados deve ser a regra para o combate ao crime organizado.
Sobre a sucessão do PT após 2026, Haddad sugeriu a realização de prévias internas para a escolha do próximo candidato à Presidência da República. Em relação à sua chapa para o governo paulista, o candidato afirmou que a definição do vice deve ocorrer até meados de junho.