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Sol Sertão Online
Colunista
O mercado financeiro elevou, pela oitava semana consecutiva, a estimativa para a inflação de 2026. As projeções foram divulgadas nesta segunda-feira (4) por meio do Boletim Focus, relatório semanal do Banco Central (BC) que sintetiza a visão de mais de 100 instituições financeiras.
A revisão para cima é reflexo direto dos conflitos no Oriente Médio, que provocaram a disparada no preço do petróleo, operando acima de US$ 110. Esse cenário gera uma pressão imediata nos custos dos combustíveis, impactando a inflação brasileira e reduzindo o poder de compra dos consumidores, especialmente das classes de renda mais baixa.
Mesmo diante da perspectiva de inflação elevada, os analistas continuam projetando uma tendência de queda nos juros. Atualmente, a taxa básica da economia está em 14,50% ao ano, após dois cortes efetuados este ano.
No que diz respeito ao Produto Interno Bruto (PIB), a estimativa de crescimento para 2026 permanece estável em 1,85%. Para 2027, houve uma leve retração na projeção, que caiu de 1,8% para 1,75%. Como referência, o IBGE registrou uma expansão de 2,3% no PIB do ano passado.
Sobre a taxa de câmbio, as instituições financeiras mantiveram a previsão de fechamento deste ano em R$ 5,25 por dólar. Já para o encerramento de 2027, a estimativa recuou de R$ 5,35 para R$ 5,30.
Referência: Informações adaptadas de G1.
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