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Nota da Redação: Este artigo é um resumo curado. A reportagem original foi publicada por G1. Regras de SegurançaA realização da tradicional Guerra de Espadas e...
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Nota da Redação: Este artigo é um resumo curado. A reportagem original foi publicada por G1.
A realização da tradicional Guerra de Espadas em Senhor do Bonfim, no norte da Bahia, depende agora da aprovação final do local do evento e da certificação dos artefatos. O Ministério Público da Bahia (MP-BA) acompanha os preparativos para garantir que a manifestação cultural ocorra de forma regularizada.
Para a liberação, são exigidos dois requisitos essenciais: a homologação de um espaço específico, o "espadódromo" — que deve ser isolado de hospitais, escolas e residências, contando com estrutura de socorro e rotas de fuga — e a certificação das espadas, que devem seguir rigorosamente as normas técnicas do Exército Brasileiro.
A medida faz parte de um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) firmado entre o MP-BA, a Prefeitura e a Associação Cultural dos Espadeiros. Com isso, Senhor do Bonfim torna-se o único dos 417 municípios baianos a possuir um acordo formal para a prática, sob pena de multa diária de R$ 20 mil em caso de descumprimento.
As exigências visam reduzir riscos de acidentes, considerando o aumento de ocorrências com fogos de artifício no estado. Desde 2017, a fabricação e soltura de espadas são consideradas crimes, tornando a regularização técnica a única via legal para a manutenção da tradição.