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Sol Sertão Online
Colunista
O governo dos Estados Unidos, sob a gestão de Donald Trump, avalia a adoção de medidas drásticas contra países aliados que não cooperaram no conflito travado contra o Irã. De acordo com informações reveladas por comunicações internas do Pentágono, Washington considera a suspensão da Espanha da Otan e a revisão de sua postura diplomática a respeito da soberania das ilhas Malvinas.
A possibilidade de excluir a Espanha da aliança militar surge em um momento de tensão, após os EUA solicitarem apoio ativo de seus parceiros no Oriente Médio — pedido que foi recusado por diversas nações europeias e pelo Canadá, que evitaram ser arrastados para o confronto com Teerã.
Entretanto, a viabilidade jurídica dessa medida é incerta. Fontes da Otan confirmam que o tratado fundador da organização não prevê qualquer mecanismo legal para a suspensão de seus membros.
Outra frente de retaliação miraria o Reino Unido. Atualmente, os EUA reconhecem formalmente que as ilhas Malvinas pertencem aos britânicos, embora o arquipélago esteja situado na costa da Argentina. A reversão desse posicionamento seria vista como um movimento excepcional e agressivo entre aliados históricos.
O secretário de Guerra norte-americano, Pete Hegseth, foi enfático ao afirmar que os Estados Unidos "merecem aliados que sejam leais", criticando duramente a falta de auxílio europeu. Em contrapartida, a Alemanha afirmou que questionar a participação da Espanha na Otan é inadmissível, enquanto a primeira-ministra da Itália, Georgia Meloni, defendeu a unidade da aliança.
O governo britânico reagiu reiterando a soberania sobre as Malvinas e afirmou que a pressão de Washington não alterará suas decisões, que priorizam o interesse nacional. Já o primeiro-ministro da Espanha, Pedro Sanchez, declarou que não fará especulações com base em e-mails internos e aguardará posicionamentos oficiais dos EUA.
Contexto: A disputa pelas ilhas Malvinas levou Reino Unido e Argentina a um conflito armado em 1982, que resultou na morte de aproximadamente 650 militares argentinos e 255 britânicos antes da capitulação da Argentina.
Referência: Informações adaptadas de G1.
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