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Sol Sertão Online
Colunista
O governo de Donald Trump deve dar um passo decisivo nesta quarta-feira (22) ao avançar com a reclassificação da maconha nos Estados Unidos. A medida visa flexibilizar a realização de pesquisas sobre o uso medicinal da cannabis, embora não represente a legalização da substância em nível federal.
A iniciativa, fundamentada em uma ordem executiva assinada no ano passado, prevê a transferência da maconha da “Tabela I” — categoria que agrupa drogas como LSD e ecstasy, consideradas de alto potencial de abuso e sem uso médico reconhecido — para a “Tabela III”. Nesta nova categoria, a cannabis passará a figurar ao lado de substâncias como a cetamina e esteroides.
Com a mudança, a Drug Enforcement Administration (DEA) deverá reduzir as barreiras burocráticas que atualmente limitam a produção, a distribuição e a condução de estudos científicos sobre as possíveis aplicações terapêuticas da planta.
Atualmente, os Estados Unidos vivem um paradoxo legislativo: enquanto a lei federal mantém a proibição da droga, 24 dos 50 estados norte-americanos já legalizaram o seu uso. A reclassificação é a continuidade de um processo iniciado ainda na gestão de Joe Biden, que em 2022 solicitou a revisão da categoria, mas teve a tramitação travada antes de qualquer mudança efetiva.
De acordo com dados do Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC), a maconha é a substância ilícita mais consumida no país, com quase um em cada cinco residentes utilizando a droga ao menos uma vez por ano.
Referência: Informações adaptadas de G1.
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