%2Fi.s3.glbimg.com%2Fv1%2FAUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a%2Finternal_photos%2Fbs%2F2026%2Fp%2Fw%2FwCR8ddTkWlDT6bfcazyg%2Fmg-1446-0.jpg&w=3840&q=75)
Sol Sertão Online
Colunista
O ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou nesta segunda-feira (11) que a Petrobras precisa reavaliar continuamente os preços dos combustíveis no mercado interno. A medida é vista como necessária diante da disparada nas cotações do petróleo, impulsionada pelos conflitos no Oriente Médio.
A declaração ocorreu após reunião em Brasília com a presidente da Petrobras, Magda Chambriard. Atualmente, a Associação Brasileira de Importadores de Combustíveis (Abicom) aponta que existe uma defasagem de 30% no diesel e de 65% na gasolina em relação aos preços praticados no mercado internacional.
Para conter os impactos ao consumidor, o ministro Durigan solicitou que o Congresso Nacional vote, ainda esta semana, um projeto de lei complementar. A proposta visa permitir que o governo converta aumentos de receitas extraordinárias vindas do petróleo em reduções de tributos sobre combustíveis, como o PIS/Cofins e a Cide-gasolina.
Com a aprovação do projeto, a União poderá baixar a carga tributária sobre diesel, gasolina, etanol e biodiesel sem a obrigação de elevar outros impostos para compensar a queda na arrecadação.
O ministro do Planejamento, Bruno Moretti, explicou que a tese se baseia no fato de o Brasil ser produtor e exportador de petróleo. Dessa forma, quando as cotações globais sobem, as receitas públicas aumentam por meio de royalties, permitindo que esse excedente seja utilizado para amortecer o custo dos combustíveis para a população.
Referência: Informações adaptadas de G1.
Carregando autenticação...
Carregando comentários...