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Nota da Redação: Este artigo é um resumo curado. A reportagem original foi publicada por G1. O Governo do Estado do Rio de Janeiro ultrapassou a marca de 6.145...
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Nota da Redação: Este artigo é um resumo curado. A reportagem original foi publicada por G1.
O Governo do Estado do Rio de Janeiro ultrapassou a marca de 6.145 exonerações de cargos comissionados em diversos órgãos da administração. No mesmo período, foram realizadas 2.496 novas contratações.
A medida teve como foco a eliminação de servidores considerados "fantasmas", que sequer possuíam senha de acesso ao sistema do governo. Com a manutenção dessas vagas abertas, a economia projetada para os cofres públicos é de R$ 221 milhões até dezembro de 2026.
Desde março, a gestão de Ricardo Couto alterou os critérios de nomeação para o primeiro escalão, passando a priorizar a indicação de servidores de carreira para as funções de confiança.
Como medida adicional de controle, todos os indicados a cargos comissionados, independentemente do nível hierárquico, agora passam por uma avaliação obrigatória do Gabinete de Segurança Institucional (GSI).