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Sol Sertão Online
Colunista
O Fundo Monetário Internacional (FMI) revisou as perspectivas de crescimento para a economia brasileira, elevando a estimativa para 2026, mas sinalizando um cenário mais cauteloso para 2027. As informações constam no relatório Perspectiva Econômica Global, divulgado nesta terça-feira (14).
Para 2026, o FMI agora prevê uma expansão do Produto Interno Bruto (PIB) de 1,9%, o que representa um aumento de 0,3 ponto percentual em relação à projeção feita em janeiro. O órgão atribui esse ajuste a um impacto positivo indireto dos conflitos no Oriente Médio, visto que o Brasil é um exportador de petróleo e se beneficia da valorização do ativo.
Apesar da revisão, o crescimento projetado fica abaixo dos 2,3% registrados em 2025. No comparativo com outras instituições, a visão do FMI é mais otimista que a do Banco Central, que projetou 1,6%, e a do mercado (pesquisa Focus), que estima 1,85%. No entanto, permanece aquém da projeção do Ministério da Fazenda, que prevê um avanço de 2,3%.
Já para 2027, o cenário foi revisado para baixo. O FMI reduziu a perspectiva de crescimento para 2,0%, uma queda de 0,3 ponto percentual frente ao estimado anteriormente em janeiro. Essa redução reflete a expectativa de desaceleração da demanda global, o encarecimento de insumos — incluindo fertilizantes — e condições financeiras mais rígidas.
O relatório aponta que o Brasil deve crescer menos que a média da América Latina e Caribe, cujas expectativas são de 2,3% para este ano e 2,7% para o próximo. A diferença é ainda mais acentuada quando comparada ao grupo de Economias de Mercados Emergentes e em Desenvolvimento, com projeções de 3,9% e 4,2%, respectivamente.
Referência: Informações adaptadas de G1.
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