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Sol Sertão Online
Colunista
Nota da Redação: Este artigo é um resumo curado. A reportagem original foi publicada por G1.
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) afirmou nesta terça-feira (2) que solicitou expressamente ao presidente dos Estados Unidos a não taxação de empresas brasileiras. A declaração ocorre no mesmo dia em que o escritório comercial dos EUA recomendou a aplicação de uma tarifa de 25% sobre as importações vindas do Brasil.
A fala gerou reações imediatas no governo de Luiz Inácio Lula da Silva. Assessores presidenciais questionam por que o senador não revelou tal pedido durante sua visita a Donald Trump, divulgando apenas a solicitação para que o PCC e o Comando Vermelho fossem classificados como organizações terroristas, medida que foi efetivada pelo Departamento de Estado.
A equipe de Lula argumenta que, mesmo que o pedido contra as tarifas tenha sido feito, ele não foi atendido por Trump. O governo coloca em dúvida a veracidade da afirmação feita pelo senador nesta terça-feira.
No Palácio do Planalto, a determinação é responsabilizar Flávio Bolsonaro caso as recomendações tarifárias sejam adotadas na prática no dia 15 de julho. Assessores do presidente chegam a acusar o senador de ter sabotado as negociações com o governo Trump, que estariam evoluindo positivamente.
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