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Nota da Redação: Este artigo é um resumo curado. A reportagem original foi publicada por CNN Brasil. Crescimento EconômicoA agência de classificação de risco F...

Nota da Redação: Este artigo é um resumo curado. A reportagem original foi publicada por CNN Brasil.
A agência de classificação de risco Fitch elevou a previsão de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil para este ano, após o desempenho positivo do primeiro trimestre. As estimativas agora apontam para uma alta de 2,1% em 2026, seguida por 1,7% em 2027 e 2% em 2028.
O relatório destaca que o consumo é sustentado pela taxa de desemprego em mínima histórica e ganhos salariais reais, além do dinamismo na agricultura e extrativismo. A reforma tributária de 2025, que reduziu impostos para a população de menor renda, também é citada como fator de apoio ao crescimento.
Contudo, a agência alerta para riscos como as incertezas das eleições de outubro, o fenômeno El Niño e os impactos da guerra no Oriente Médio. Esses elementos, somados à aceleração do IPCA-15, devem levar a inflação a 5% até o fim de 2026, extrapolando a faixa de tolerância do Banco Central.
Diante desse cenário, a Fitch prevê cortes mais graduais na taxa Selic, projetando juros de 13% ao final de 2026 e 10,5% em 2027. A flexibilização monetária e as preocupações com a área fiscal devem pressionar o real, resultando em um enfraquecimento gradual da moeda frente ao dólar.