Sol Sertão Online
Colunista
Nota da Redação: Este artigo é um resumo curado. A reportagem original foi publicada por G1.
A Europa atravessa um período de profunda reflexão sobre sua doutrina de defesa, impulsionada pela guerra de agressão da Rússia contra a Ucrânia e pela instabilidade nas relações com os Estados Unidos. O alerta máximo ocorreu após o lançamento de 23 mísseis balísticos russos que não foram interceptados pelas defesas ucranianas, evidenciando a letalidade dos sistemas hipersônicos Oreshnik.
Para enfrentar essa vulnerabilidade, o presidente francês Emmanuel Macron, ao lado de Volodymyr Zelensky, anunciou a criação de uma coalizão de defesa compartilhada. O grupo é composto por Dinamarca, França, Alemanha, Itália, Holanda, Noruega, Espanha, Suécia, Reino Unido e Ucrânia, com o objetivo de proteger o continente contra mísseis balísticos.
Atualmente, a região mantém uma forte dependência do sistema americano Patriot, considerado o mais avançado do mundo. Apesar de o presidente Donald Trump ter proposto que a Ucrânia produza esses mísseis de forma independente, especialistas alertam que a adaptação industrial necessária levaria anos para ser concretizada.
Embora a Europa desenvolva projetos próprios, como o HYDIS e o EU HYDEF, a dependência tecnológica dos EUA persiste. A nova coalizão surge como uma tentativa de construir autonomia e segurança diante de projéteis que podem atingir velocidades altíssimas e alcançar grande parte do território europeu.
Carregando autenticação...
Carregando comentários...