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Sol Sertão Online
Colunista
Nota da Redação: Este artigo é um resumo curado. A reportagem original foi publicada por G1.
O governo dos Estados Unidos impôs sanções econômicas a dois cidadãos brasileiros, três empresas nacionais e uma companhia portuguesa por suposta ligação com o Primeiro Comando da Capital (PCC). A medida ocorre após o Departamento de Estado americano classificar o PCC e o Comando Vermelho (CV) como organizações terroristas internacionais.
Entre os alvos estão o empresário Victor Henrique de Oliveira Shimada, apontado como elo-chave da facção na Flórida, e sua parente, Stella Stefanie Nunes Henrique de Oliveira. Segundo o Tesouro norte-americano, o grupo utilizava a empresa Victory Trading para lavagem de dinheiro, incluindo fundos desviados de um clube de futebol brasileiro.
O governo brasileiro manifestou que a cooperação técnica entre os dois países sofreu um "esfriamento" na gestão do presidente Donald Trump. A gestão atual queixa-se de não ter sido notificada previamente sobre as sanções, o que teria permitido a adoção de medidas internas, como o bloqueio de contas bancárias no Brasil.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva já formalizou a Trump a proposta de intensificar a colaboração no combate ao crime organizado, mas ainda aguarda resposta. Enquanto isso, Brasília monitora possíveis efeitos secundários, como a punição de instituições financeiras que mantinham relações com os sancionados.
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