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Nota da Redação: Este artigo é um resumo curado. A reportagem original foi publicada por G1. O Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR...
Nota da Redação: Este artigo é um resumo curado. A reportagem original foi publicada por G1.
O Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR) propôs a aplicação de tarifas de 25% sobre parte das importações brasileiras. A medida é resultado de uma investigação, amparada na Lei de Comércio de 1974, que acusa o Brasil de adotar práticas que prejudicam empresas americanas. A decisão final deve ser tomada até 15 de julho, após a realização de consultas públicas.
O relatório final aponta restrições ao comércio dos EUA em áreas como a proteção da propriedade intelectual — citando a lentidão do INPI na análise de patentes —, serviços de pagamento digital (PIX), acesso ao mercado de etanol e combate ao desmatamento ilegal. O documento também menciona retrocessos institucionais, como a anulação de processos da Operação Lava Jato.
Apesar da proposta de taxação, a medida isentou itens estratégicos, como aeronaves, fertilizantes, produtos farmacêuticos, carnes, frutas, café e terras raras.
A decisão ocorre após o encerramento de discussões de um grupo de trabalho bilateral que não obteve avanços suficientes. O cenário frustra a intenção do presidente Lula de negociar diretamente com Donald Trump para evitar retaliações financeiras e discutir a classificação de grupos criminosos como terroristas.