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Caio Alves da Gama
Colunista
O Exército dos Estados Unidos foi forçado a destruir dois de seus aviões de carga C-130 durante uma operação de resgate de alto risco no Irã, ocorrida no último final de semana. A decisão de destruir as aeronaves, que apresentaram defeitos mecânicos durante a retirada do território iraniano, foi tomada para impedir que tecnologia americana caísse em mãos inimigas.
Fontes militares americanas confirmaram que as tropas seguem um protocolo de destruir equipamentos que não podem ser removidos em missões críticas. O modelo C-130 Hercules, um dos aviões militares mais utilizados globalmente, tem um custo unitário estimado em US$ 30 milhões (aproximadamente R$ 154,5 milhões), podendo modelos mais avançados ultrapassar os US$ 75 milhões (R$ 386 milhões).
Embora a maioria das fontes aponte para o modelo C-130, algumas agências noticiosas mencionaram a variante MH-130, uma variação do modelo original. O C-130 Hercules é conhecido por sua resistência e versatilidade, capaz de operar em pistas curtas e irregulares, sendo desenvolvido a partir da década de 1950 para atender à necessidade de transporte de tropas e cargas em locais com infraestrutura limitada.
Atualmente, o Exército dos EUA opera mais de 350 aviões C-130 em suas diversas variantes, distribuídos globalmente para transporte de carga e tropas. A aeronave possui mais de 70 variantes e é operada por mais de 60 países. No Brasil, o C-130 Hércules serviu à Força Aérea Brasileira entre 1965 e 2024, sendo posteriormente substituído pelo KC-390 Millennium.
O C-130 Hercules tem um histórico de serviço extenso, com versões adaptadas para operação em condições extremas, como neve e gelo. Recentemente, aeronaves C-130 estiveram envolvidas em acidentes graves em outros países, como na Colômbia e na Bolívia, que resultaram em dezenas de fatalidades e estão sob investigação pelas autoridades locais.
Referência: Informações adaptadas de G1.
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