Sol Sertão Online
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Nota da Redação: Este artigo é um resumo curado. A reportagem original foi publicada por G1.
Uma pesquisa recente indica que a decisão de pais de recorrerem a tablets e smartphones para acalmar os filhos está mais relacionada à capacidade do adulto de lidar com o estresse do que ao comportamento real da criança.
O estudo, realizado com 822 pais de crianças entre 4 e 8 anos, revelou que responsáveis com níveis elevados de estresse pessoal tendem a estabelecer menos limites para o uso de telas. Além disso, aqueles que se sentem sobrecarregados pelo temperamento dos filhos utilizam a tecnologia com maior frequência para evitar ou controlar comportamentos desafiadores.
Os dados contextualizam um cenário onde 42% das crianças de 2 a 4 anos nos Estados Unidos possuem tablets, frequentemente ignorando as recomendações da American Pediatric Association, que sugere menos de uma hora de uso diário para a faixa etária de 2 a 5 anos.
Diante do reconhecimento do estresse parental como uma questão de saúde pública pelo cirurgião-geral dos EUA em 2024, especialistas recomendam a criação de planos familiares de uso de mídias. A definição prévia de horários e espaços sem telas ajuda a evitar decisões impulsivas em momentos de tensão doméstica.
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