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Nota da Redação: Este artigo é um resumo curado. A reportagem original foi publicada por G1 Pop & Arte. A influência dos gramados na modaAs Copas do Mundo cons...
Nota da Redação: Este artigo é um resumo curado. A reportagem original foi publicada por G1 Pop & Arte.
As Copas do Mundo consolidaram-se como vitrines de estilos e tradições, onde cortes de cabelo de jogadores frequentemente se tornam tendências globais. Recentemente, Neymar resgatou o visual loiro utilizado em 2018, reafirmando a tradição de mudanças estéticas para os torneios.
Ao longo da história, nomes como Bobby Charlton, com seu comb-over, Carlos Valderrama, com seus cachos loiros, e Roberto Baggio, com o estilo mullet e trança, tornaram-se reconhecíveis por suas marcas visuais. Outras escolhas foram estratégicas ou coletivas, como as tranças verdes de Taribo West em 1998 e o visual descolorido de todo o elenco da Romênia na mesma edição.
Entre os cortes mais repercutidos, destacam-se o moicano de David Beckham em 2002 e o icônico visual de Ronaldo, que raspou a cabeça deixando apenas uma faixa frontal para desviar a atenção da imprensa sobre uma lesão. O brasileiro foi campeão e imortalizou o corte no esporte.
A estética também envolveu superstições, como a trança na nuca de Rodrigo Palacio, que se recusava a cortá-la por acreditar em sorte. Já o topete descolorido de Neymar em 2018 gerou grande repercussão digital, incluindo brincadeiras de figuras como Eric Cantona.
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