
Sol Sertão Online
Colunista
Equipes de resgate na Indonésia trabalham intensamente para localizar três pessoas que desapareceram após a erupção do Monte Dukono, na ilha de Halmahera, ocorrida nesta sexta-feira (8).
Ao todo, 20 trilheiros ficaram presos durante o evento vulcânico, grupo composto por 11 indonésios e nove cidadãos de Singapura. De acordo com Iwan Ramdani, chefe da agência de resgate local, 17 pessoas já foram retiradas em segurança, mas as buscas pelos três desaparecidos continuam.
Embora a agência de resgate ainda não tenha confirmado óbitos, o chefe da polícia local, Erlichson Pasaribu, informou que relatos de sobreviventes indicam a morte de três pessoas durante a erupção.
A erupção teve início às 07h41 (horário local), lançando uma coluna de cinzas vulcânicas que atingiu 10 km de altitude. Imagens mostram densas nuvens de cinzas quentes cobrindo as encostas da montanha, localizada na província de North Maluku.
A agência de vulcanologia do país mantém o alerta no terceiro nível mais alto. As autoridades alertam ainda para o risco de fluxos de lama vulcânica e recomendam que moradores evitem qualquer atividade em um raio de 4 km da cratera.
O Monte Dukono havia apresentado redução em sua atividade no ano passado, porém registrou um aumento significativo desde o final de março, com quase 200 erupções de pequena escala. Vale ressaltar que a escalada no vulcão já estava proibida desde erupções anteriores ocorridas em 2024.
A Indonésia está situada no chamado "Anel de Fogo" do Pacífico, região caracterizada por intensa atividade sísmica e vulcânica devido à posição sobre diversas placas tectônicas.
Referência: Informações adaptadas de CNN Brasil.
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