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Início/Economia
Empresas estrangeiras dominam 90% dos aeroportos em capitais brasileiras
Economia
Anac libera auemnto de voos no Aeroporto Internacional de Guarulhos • REUTERS/Amanda Perobelli

Empresas estrangeiras dominam 90% dos aeroportos em capitais brasileiras

SS

Sol Sertão Online

Colunista

3 de maio de 2026
5 min de leitura

A presença de operadores internacionais em aeroportos brasileiros superou a de outros setores de infraestrutura, consolidando o domínio de grupos estrangeiros nos principais terminais do País. Atualmente, empresas de fora controlam cerca de 90% dos aeroportos localizados em capitais.

Hegemonia internacional

Em um cenário de redução da atuação da estatal Infraero, grupos de sete países diferentes operam 25 dos 29 aeroportos com maior movimentação anual de passageiros nas capitais brasileiras. A liderança do mercado pertence à espanhola Aena, que administra sete terminais, incluindo Congonhas (SP) e Galeão (RJ). O grupo mexicano Asur controla seis aeroportos, enquanto a francesa Vinci Airports gerencia cinco.

Segundo a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), essa predominância é resultado de um processo de concessões iniciado em 2011, que atraiu grupos com expertise global em um momento em que não havia empresas brasileiras preparadas para gerir tais ativos.

Terminais sob gestão nacional

Apenas quatro aeroportos de capitais não estão sob controle estrangeiro: Santos Dumont (RJ), Belém (PA), Cuiabá (MT) e Macapá (AP). O terminal do Rio de Janeiro permanece sob gestão exclusiva da Infraero, enquanto os demais são operados por concessionárias privadas brasileiras, como a Noa (Norte da Amazônia Airports) e a Coa (Centro-Oeste Airports).

O recuo da Infraero e o futuro do setor

O avanço do capital estrangeiro ocorreu simultaneamente ao encolhimento da Infraero. Em 2010, a estatal geria 67 aeroportos; hoje, controla apenas 23, sendo somente 10 com voos regulares. Especialistas indicam que a estatal caminha para um papel residual no setor, com a provável saída da concessão do Aeroporto de Brasília em processo de relicitação.

A tendência de concentração deve continuar com o programa AmpliAR, que prevê a incorporação de aeroportos regionais a contratos já existentes. Essa estratégia tende a favorecer os grandes grupos já instalados no Brasil, ampliando a escala de suas operações e reforçando a dominância dos operadores globais no território nacional.


Referência: Informações adaptadas de CNN Brasil.

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