%2Fi.s3.glbimg.com%2Fv1%2FAUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a%2Finternal_photos%2Fbs%2F2026%2Ft%2FB%2FNJB2fsTZeBihV9neK4DQ%2Fquaest-reeleicao.jpg&w=3840&q=75)
Sol Sertão Online
Colunista
A nova rodada de pesquisa Quaest, realizada em onze estados brasileiros, indica um cenário eleitoral fragmentado para 2026. O eleitorado divide-se entre a vontade de manter as administrações atuais, onde a avaliação é positiva, e a busca por renovação total ou parcial em unidades da federação onde os grupos no poder enfrentam maior desgaste.
No estado da Bahia, a disputa para o governo apresenta um equilíbrio técnico no primeiro turno. Em um dos principais cenários testados, ACM Neto (União Brasil) soma 41% das intenções de voto, contra 37% de Jerônimo Rodrigues (PT). Apesar da competitividade, 51% dos entrevistados afirmam que o atual governador, Jerônimo Rodrigues, merece a reeleição, e a maioria dos eleitores prefere um perfil aliado ao presidente Lula para a gestão estadual.
Em São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos) lidera as intenções de voto com 38%, seguido por Fernando Haddad (PT) com 26%. A pesquisa aponta que 54% dos paulistas consideram que Tarcísio merece ser reeleito, embora haja uma tendência do eleitorado por um perfil de governador independente.
Em Pernambuco, Raquel Lyra (PSD) registra o maior índice de apoio à reeleição entre os governadores avaliados, com 57%. Contudo, a governadora enfrenta um cenário competitivo devido à força de João Campos (PSB). Já no Ceará, Elmano de Freitas (PT) conta com a aprovação de metade do eleitorado para permanecer no cargo.
A capacidade de transferir apoio para sucessores varia drasticamente entre os estados. Em Goiás, Ronaldo Caiado possui forte influência, com 71% dos eleitores acreditando que ele merece eleger um sucessor, tendo o vice-governador Daniel Vilela como principal herdeiro político.
No Paraná, Ratinho Júnior reúne 64% de apoio para a sucessão, reflexo de uma aprovação governamental de 80%. No Pará, Helder Barbalho também demonstra força, com 56% dos entrevistados favoráveis à indicação de um sucessor.
Em contrapartida, estados como Rio de Janeiro, Minas Gerais e Rio Grande do Sul mostram sinais de desgaste. No Rio de Janeiro, Cláudio Castro enfrenta o cenário mais crítico, com 53% de rejeição à continuidade de seu grupo político.
Em Minas Gerais, 49% dos eleitores avaliam que Romeu Zema não merece eleger um sucessor. Situação semelhante ocorre no Rio Grande do Sul, onde 49% dos entrevistados são contrários à sucessão governista de Eduardo Leite, com a população preferindo um perfil independente para o próximo mandato.
Referência: Informações adaptadas de G1.
Carregando autenticação...
Carregando comentários...