Sol Sertão Online
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Nota da Redação: Este artigo é um resumo curado. A reportagem original foi publicada por G1.
A identificação precisa do tipo de cefaleia é fundamental para evitar a automedicação e diagnósticos tardios. De acordo com neurologistas, a cefaleia tensional, a enxaqueca e a dor provocada pelo uso excessivo de analgésicos possuem padrões distintos e exigem abordagens terapêuticas diferentes.
Enquanto a cefaleia tensional se manifesta como uma pressão nos dois lados da cabeça, frequentemente ligada ao estresse e ao uso excessivo de telas, a enxaqueca apresenta dor pulsátil, geralmente unilateral, acompanhada de náuseas e hipersensibilidade sensorial. Em alguns casos de enxaqueca, ocorrem as "auras", que incluem flashes luminosos e formigamentos antes da dor.
Um risco recorrente nos consultórios é a cefaleia por abuso de medicação, que ocorre quando o paciente utiliza analgésicos por 15 ou mais dias ao mês durante três meses consecutivos. Esse ciclo gera dependência e torna o cérebro mais sensível aos estímulos de dor, dificultando a recuperação do paciente.
Embora a Anvisa tenha aprovado recentemente o medicamento Nurtec ODT para o tratamento e prevenção de enxaquecas, especialistas alertam que o fármaco não substitui hábitos saudáveis. Sono regular, hidratação e atividade física são essenciais, especialmente diante de sinais de alerta que podem indicar quadros graves, como AVC ou meningite.
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