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Sol Sertão Online
Colunista
Arraial d’Ajuda, BA – A brutalidade de um crime chocou o distrito de Arraial d’Ajuda, em Porto Seguro, no sul da Bahia. Juliana Guaraldi, de 39 anos, foi encontrada morta em sua residência na última sexta-feira (10), apresentando sinais claros de estrangulamento. O principal suspeito da autoria do crime, o ex-companheiro da vítima, Daniel Carlos Sobreira de Sousa, 41 anos, conhecido como DJ Daka, foi encontrado sem vida neste domingo (12), em Goiânia, Goiás, em circunstâncias que apontam para suicídio.
A polícia já havia solicitado a prisão preventiva de Daniel Carlos Sobreira de Sousa, que se tornou o foco das investigações após o desaparecimento de Juliana e a descoberta de seu corpo. Uma análise detalhada dos fatos revela uma sequência de eventos que culminaram nesta tragédia.
Fim de Março: Um desentendimento em uma festa marcou um ponto de inflexão na relação de Juliana e Daniel. O DJ foi agredido por outros frequentadores do evento, e não se sabe ao certo se o rompimento do casal ocorreu neste episódio.
7 de Abril: O último contato de Juliana com seus familiares foi registrado por volta das 19h. A partir deste momento, o silêncio se instalou, levantando preocupações.
Entre 7 e 10 de Abril: Durante o período de desaparecimento de Juliana, Daniel Carlos Sobreira de Sousa registrou um boletim de ocorrência alegando ter sido vítima de roubo e agressão. Contudo, investigações posteriores apontaram para o uso contínuo do mesmo aparelho de mensagens por Daniel, com indícios de alteração no IMEI, o que levantou suspeitas sobre a veracidade de sua narrativa e sua localização.
10 de Abril: Após quase três dias sem qualquer comunicação, amigos e familiares alertaram as autoridades. Policiais foram à residência de Juliana e a encontraram sem vida, em avançado estado de decomposição. A vítima estava seminua e apresentava marcas de estrangulamento. A polícia trabalha com a hipótese de que o crime tenha ocorrido no mesmo dia do desaparecimento, mas a confirmação da causa e data exatas da morte dependerá do laudo do exame necroscópico.
11 de Abril: Em um perfil nas redes sociais, Daniel Carlos Sobreira de Sousa postou vídeos afirmando estar em Goiânia e declarando ter tomado conhecimento da morte de Juliana através da mídia. Ele negou sua presença em Arraial d’Ajuda e afirmou ter provas de que estava em contato com a ex-companheira, alegando que já estavam separados. No mesmo dia, a Polícia Civil solicitou a prisão preventiva do suspeito, que foi acatada pela Justiça.
12 de Abril: O corpo de Daniel Carlos Sobreira de Sousa foi encontrado pela polícia em Goiânia, com evidências que sugerem suicídio. A Polícia Civil segue com as investigações para esclarecer todos os detalhes deste trágico evento.
Referência: Informações adaptadas de G1.
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