Sol Sertão Online
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Nota da Redação: Este artigo é um resumo curado. A reportagem original foi publicada por G1.
Das dez redações que alcançaram a nota máxima no Enem 2025, quatro apresentaram divergências significativas entre os corretores da banca. Um caso emblemático envolve um candidato do Recife que recebeu notas de 600 e 760 dos primeiros avaliadores, mas teve sua pontuação final elevada para 1.000 após a decisão de uma banca extraordinária.
As distorções são atribuídas, em parte, à subjetividade na avaliação de repertórios socioculturais. A banca buscou penalizar citações genéricas, conhecidas como "de bolso", porém os critérios para essa classificação variaram entre os profissionais, gerando discrepâncias de até 80 pontos em competências específicas para o mesmo texto.
Especialistas e corretores apontam falhas na capacitação dos profissionais, alegando que as orientações do Inep não foram uniformes em todas as regiões do país. Segundo relatos, a formação presencial teria gerado desencontros de informações, tornando a correção subjetiva.
Outro fator determinante foi a introdução de novas regras após os treinamentos iniciais, que passaram a vincular a avaliação da Competência 2 à Competência 3. Enquanto gestores educacionais apontam um problema de gestão no processo, o Inep garante que a correção seguiu rigorosamente os parâmetros pedagógicos e operacionais oficiais.
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