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Nota da Redação: Este artigo é um resumo curado. A reportagem original foi publicada por G1. Plataforma age após flagrante de brechaO Discord anunciou nesta se...
Nota da Redação: Este artigo é um resumo curado. A reportagem original foi publicada por G1.
O Discord anunciou nesta segunda-feira (21) a remoção de aplicativos de terceiros que permitiam burlar a suspensão dos recursos de vídeo no Brasil. A medida foi tomada após uma reportagem identificar que pelo menos dois serviços externos continuavam disponíveis na plataforma e possibilitavam transmissões ao vivo em chamadas coletivas, contrariando ordem da Agência Nacional de Proteção de Dados (ANPD).
Segundo a empresa, os aplicativos operavam sem autorização e em desacordo com os termos de uso. O Discord declarou que agiu imediatamente para retirá-los do ar e que segue em diálogo com a agência reguladora para tentar restabelecer as funcionalidades de vídeo de forma regular para o público brasileiro.
A ANPD informou que solicitou esclarecimentos formais à plataforma após receber a denúncia sobre a falha. O órgão regulador reforçou que o descumprimento de medidas preventivas pode resultar em sanções, incluindo a aplicação de multa diária.
A suspensão das transmissões ao vivo foi determinada pela ANPD em agosto, no âmbito de investigações da Operação Lívia — conduzida pela Polícia Civil e pelo Ministério da Justiça após a morte de uma adolescente de 13 anos em Mato Grosso do Sul, supostamente induzida ao suicídio durante uma live. A reversão da proibição segue condicionada à comprovação de medidas de segurança para proteção de crianças e adolescentes.
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