Sol Sertão Online
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Nota da Redação: Este artigo é um resumo curado. A reportagem original foi publicada por CNN Brasil.
Especialistas alertam que o histórico familiar é um fator determinante no risco de desenvolver câncer, especialmente em casos como o de pâncreas. A natureza silenciosa da doença dificulta a detecção precoce, visto que o processo de transformação de uma célula normal em cancerosa pode levar de um a quinze anos antes que o tumor seja identificado.
A oncologista Maria Ignez Braghiroli enfatiza que o diagnóstico em fase localizada amplia significativamente as chances de cura e reduz a necessidade de intervenções complementares. Em estágios avançados, a cirurgia frequentemente deixa de ser a primeira opção, dando lugar a tratamentos sistêmicos, como quimioterapia e radioterapia.
Em comparação internacional, o professor Paulo Hoff destaca que os Estados Unidos reduziram a mortalidade por câncer investindo massivamente em prevenção e rastreio, atingindo uma taxa de cura de 70%, enquanto no Brasil esse índice é de aproximadamente 60%.
Para elevar as chances de cura, os médicos recomendam a adoção de hábitos saudáveis, como a prática de exercícios físicos, vacinação e a melhora na alimentação com a redução de ultraprocessados. Além disso, é fundamental superar o medo de procurar ajuda médica, garantindo que a doença seja diagnosticada o quanto antes.
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