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Início/Economia
Dependência recorde de fertilizantes ameaça custos do agronegócio e preços dos alimentos no Brasil
Economia
Em 2025, o país importou 88% dos adubos usados nos plantios e bateu um recorde histórico, ao adquirir 45,5 milhões de toneladas no ano, aponta relatório da Cogo Inteligência em Agronegócios. — Foto: Foto de Kashif Shah

Dependência recorde de fertilizantes ameaça custos do agronegócio e preços dos alimentos no Brasil

SS

Sol Sertão Online

Colunista

28 de abril de 2026
5 min de leitura

O Brasil consolidou sua posição como o maior importador mundial de fertilizantes, atingindo a marca recorde de 45,5 milhões de toneladas em 2025. No último ano, o país importou 88% de todo o adubo utilizado nos plantios, evidenciando uma vulnerabilidade estratégica que impacta diretamente a economia e a segurança alimentar.

Impacto de conflitos geopolíticos

A forte dependência externa torna a agricultura brasileira refém de instabilidades globais. Recentemente, tensões no Oriente Médio envolvendo Irã, Estados Unidos e Israel causaram a paralisação de fábricas de ureia e a interrupção do fornecimento de gás, reduzindo a oferta global de fertilizantes nitrogenados em cerca de 20%. Como resultado, o preço da ureia disparou 67%.

Esse cenário, somado ao histórico de sanções contra a Rússia — responsável por cerca de 23% das importações brasileiras —, tende a elevar os custos de produção da próxima safra e, consequentemente, pressionar os preços dos alimentos para o consumidor final.

Gargalos do potássio e do nitrogênio

O potássio é o nutriente com a maior dependência externa, com 96% do consumo proveniente de importações, principalmente de Canadá, Rússia e Bielorrússia. Embora o Brasil possua reservas, como a Mina de Autazes, no Amazonas, entraves no licenciamento ambiental impedem a exploração em larga escala.

No caso do nitrogênio, a dependência chega a 95%. A produção interna é dificultada pelo alto custo do gás natural no país. Para tentar reverter esse quadro, a Petrobras anunciou, em janeiro de 2026, a retomada das operações das Fábricas de Fertilizantes Nitrogenados (FAFENs) na Bahia, em Camaçari, e em Sergipe, em Laranjeiras, além da reativação da unidade no Paraná.

Perspectivas para o fósforo

O fósforo apresenta a situação menos crítica, com dependência de importação em torno de 72%. O Brasil possui reservas expressivas concentradas em Minas Gerais, Goiás e Ceará. Projetos como a mina de Itataia, em Santa Quitéria (CE), e a operação da EuroChem em Serra do Salitre (MG), inaugurada em 2024, indicam que o segmento de fósforo possui o caminho de expansão nacional mais viável.


Referência: Informações adaptadas de G1.

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