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Nota da Redação: Este artigo é um resumo curado. A reportagem original foi publicada por G1. Estratégia de DefesaLuigi Mangione, acusado de assassinar o CEO da...
Nota da Redação: Este artigo é um resumo curado. A reportagem original foi publicada por G1.
Luigi Mangione, acusado de assassinar o CEO da seguradora de saúde Brian Thompson em Nova York, planeja alegar em seu julgamento que agiu sob um estado de "distúrbio emocional extremo". A revelação foi feita pelo juiz do caso durante audiência realizada nesta quarta-feira (17).
A defesa do jovem de 28 anos já obteve vitórias judiciais importantes, incluindo a anulação de provas apreendidas durante sua prisão na Pensilvânia, sob a justificativa de revista ilegal e falta de informação sobre seus direitos. Além disso, a Justiça barrou a possibilidade de aplicação da pena de morte, após a rejeição de acusações federais de homicídio e porte de arma com silenciador.
Por outro lado, a acusação afirma possuir evidências robustas, como DNA, impressões digitais e aparelhos celulares, que vinculam Mangione ao crime. O réu, que nega todas as acusações, ainda enfrenta a possibilidade de prisão perpétua sem condicional devido a acusações estaduais de homicídio e federais de perseguição.
O crime ocorreu em 4 de dezembro de 2024, em Manhattan. De acordo com a polícia, as munições utilizadas no ataque continham as palavras "atrasar", "negar" e "depor", referências à forma como seguradoras evitariam indenizações. Mangione foi preso cinco dias após o ocorrido em um McDonald's na Pensilvânia.